Pessoas com deficiência promovem inclusão no mercado de trabalho
Lei 8.213 estabelece cotas para contratação Pessoas com Deficiência em empresas Cotidiano 14/12/2018 07h48 - Atualizado em 14/12/2018 08h43Dilson de Moraes tem deficiência auditiva e atua como assistente administrativo pleno na Universidade Tiradentes. Formado em Recursos Humanos, ele é uma das 138 Pessoas Com Deficiência (PCD) que colaboram com a inclusão no ambiente de trabalho da Unit.
Atenta às demandas sociais e do mercado, a universidade mantém um programa de recrutamento de PCDs que leva em consideração a formação profissional, experiência e limitação do candidato para que ele desenvolva suas potencialidades no Grupo. Como foi o caso de Dilson, que iniciou Assistente Júnior e passou para Assistente Pleno.
“Não tive nenhuma resistência, nenhuma dificuldade em me adequar ao cargo. As pessoas foram muito receptivas, muito educadas, mesmo em lidar com pessoas com deficiência auditiva, como é o meu caso. Temos cotas, temos vidas como qualquer outra pessoa independente da deficiência que cada um venha a ter, então é um projeto muito bacana”, disse, referindo-se à Lei de número 8.213, de 1991, que estabelece cotas para contratação de Pessoas com Deficiência em empresas.
Na Unit, a Lei estabelece 129 vagas e a Instituição possui 138 PCDs, o que demonstra compromisso social e reconhecimento da capacidade técnica dos colaboradores. A Analista de Desenvolvimento da Universidade, Gardênia Yamada, explica que passou a ser feito um mapeamento de perfis e de vagas, para que cada candidato fosse direcionado para setor onde pudesse contribuir mais.
“Começamos a mapear os perfis dessas pessoas e fazer um cruzamento com os perfis das nossas vagas. Chegamos à conclusão de que há pessoas com habilidades excelentes, com perfis excelentes para as vagas que a gente tinha aberto. Então, a partir do momento que a gente começou a fazer esse mapeamento com um maior cuidado, com um olhar realmente humano, a empresa de fato abraçou esse projeto”, disse, destacando que a política da empresa é promover o desenvolvimento desse colaborador.
“O mais importante disso é que hoje temos pessoas satisfeitas, motivadas. Os gestores não enxergam essas pessoas como número, mas sim como um colaborador a ser desenvolvido, a uma pessoa que, de fato, traz um resultado para o setor”, informou, acrescentando que a parte estrutural da Universidade oferece acessibilidade com piso tátil, rampa, sinalizações de acordo com as normas de acessibilidade e que são disponibilizados interpretes para acompanhar os alunos com deficiência.
O colaborador Otoniel Alves Aragão é um dos exemplos na Unit. Ele foi admitido para atuar no apoio de atividades administrativas do Departamento de Assuntos Acadêmicos e Financeiros, mas após seu desenvolvimento no setor, foi promovido a auxiliar acadêmico. “Tudo o que vivencio aqui é lição de vida e essa eu vou levar para minha vida toda! Aqui, desde o início foi uma porta aberta. Participei de seleção interna e mudei de função nesses quatro e quatro meses de empresa e quero crescer mais”.
Fonte: Assessoria de Imprens - UNIT

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