Petroleiras cobram resposta do governo quanto assistência à mulher
Cotidiano 12/03/2014 17h27Por Will Rodrigues
O Sindicato dos Petroleiros SE/AL (Sindipetro), em parceria com o Movimento Mulheres em Luta (MML), a Conlutas e a Assembleia Nacional dos Estudantes Livres (ANEL) realizou na manhã desta quarta-feira (12) uma caminhada até o Palácio dos Despachos, no conjunto Leite Neto, em Aracaju (SE). O objetivo foi cobrar do governo uma resposta às reivindicações feitas em um ato realizado no último dia 25 de novembro. O movimento também fez referência ao Dia Internacional da Mulher e à luta pelo fim da violência contra a mulher.
Segundo o Sindicato, atualmente a categoria conta com cerca de três mil mulheres nos dois estados, das quais quase duas mil trabalham em Sergipe. “Nós queremos que o governo atenda à nossa reivindicação de aplicação das políticas públicas de combate à violência contra a mulher”, disse a representante do Sindipetro e do MML, Gilvanir Alves (foto abaixo).
A sindicalista afirmou ainda que em 2013 foram recebidas 15 denúncias de assédio moral contra as trabalhadoras, 10 delas entraram na justiça e três tiveram problemas com depressão. “As pressões, a falta de condições de trabalho e de assistência médica de qualidade também devem ser consideradas como uma forma de violência”, afirma.
No final da manhã, um grupo de mulheres que fizeram parte do ato foi recebido pela secretária de Políticas Públicas para as Mulheres de Sergipe, Maria Teles. Após a reunião, a secretária informou que foi apresentada a realidade das políticas públicas do governo para as mulheres e que um novo encontro foi agendado para o dia 28 desse mês, onde o diálogo com as sindicalistas será mantido.

Falta de acesso à habitação persiste e desafia efetivação da cidadania
Testagem ocorre a partir das 8h, na área externa da UBS Carlos Hardmam.
Os contratos terão duração de até um ano, com possibilidade de prorrogação
Homem foi flagrado pelas câmeras de segurança do Ciosp levando uma porta
Secretária Mércia Feitosa lembra necessidade de reduzir ocupação de leitos
