PF deflagra operação contra estelionato previdenciário em Lagarto (SE)
Polícia estima um prejuízo de mais de R$ 100 mil à Previdência Social Cotidiano 02/07/2019 08h02 - Atualizado em 02/07/2019 08h43A investigação identificou que após o falecimento de uma pessoa que usufruía de Benefício de Prestação Continuada (BPC), da Lei Orgânica da Assistência Social (LOAS), em 2009, seus familiares continuaram recebendo indevidamente o benefício até 2017.
O INSS, quando detectou o óbito, suspendeu o pagamento do benefício. No entanto, uma irmã da falecida teria falsificado documentos pessoais e, passando-se pela finada, tentou reativar o pagamento junto ao INSS, o qual indeferiu o pedido. Contudo, a investigada ingressou com uma ação judicial, ainda fazendo uso dos documentos supostamente falsificados, pleiteando a concessão do benefício.
O pedido foi indeferido em primeira instância, porém deferido em grau recursal, em razão dos documentos falsos apresentados. Calcula-se que o prejuízo causado aos cofres da Previdência Social, até o momento, é de R$ 101.876,68.
As informações são da Polícia Federal.
Foto: Divulgação/PF

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