Polícia Federal apreende 62 kg de maconha da BR-101/SE
Cotidiano 04/05/2012 11h03
A Polícia Federal apreendeu na madrugada de ontem, dia 03, durante barreira policial na BR-101/SE no Município de Estância/SE, realizada com o fim de combater o tráfico interestadual de drogas no Estado, 62 quilos de maconha ocultados em bagagens transportadas em um ônibus oriundo de São Paulo com destino à Caruaru/PE.
Após buscas nas bagagens dos passageiros, o entorpecente foi encontrado em mochilas localizadas no bagageiro interno e inferior do ônibus. Identificaram-se como responsáveis pelas bagagens José Lindomar Santana, 47 anos, natural de Simplicio Mendes/PI e seu filho Marcos Gomes Santana, 18 anos, natural de Santo André/ SP. Durante o interrogatório, os presos confessaram a propriedade do entorpecente apreendido, não revelando, porém, o local onde o adquiriram, nem mesmo o seu destino final.
Os interrogados responderão pelo crime de tráfico ilícito interestadual de entorpecentes, nos termos dos artigos 33, 35 e 40 v da lei 11.343/2011, com penas previstas de até 41 anos de prisão, permanecendo à disposição do Juízo da Comarca de Estância/SE. Os presos encontram-se atualmente detidos na Delegacia Plantonista.
A operação policial
A operação da Polícia Federal contou com a presença de oito policiais federais e um cão detector de drogas chamado Mannie, da raça Pastor Belga Malinois, juntamente com seu operador, um Agente de Polícia Federal lotado no Canil Central da Polícia Federal em Brasília/DF em missão no Estado.
Adotando o procedimento padrão dos teinamentos de abordagem veicular do Programa de Cães de Serviço do DPF, o operador do cão Mannie conduziu a busca no interior do ônibus, de tal forma que o cão indicou, sob o assento de um dos passageiros, uma bolsa, verificando-se na presença de seu proprietário, a existência de substâncias assemelhadas à maconha.
Ao retornar a busca no interior do ônibus, o conjunto cão-operador novamente logrou êxito em mais uma indicação em outro local, desta vez sob uma poltrona na parte final do veículo. Um procedimento semelhante foi adotado e pôde-se verificar que havia presença de mais substâncias assemelhadas à maconha em outra bolsa, pertencente aos suspeitos.
Finalizando os trabalhos de busca no ônibus, o cão Mannie foi conduzido por seu operador a trabalhar nos compartimentos de bagagem inferior, local onde o cão deu indicação em dois sacos de ráfia, verificando assim, mais existência de maconha.

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