Polícia prende acusado de três homicídios registrados em 2012
Cotidiano 11/01/2013 13h00

Por Adriana Meneses

O Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) e a 9ª Delegacia Metropolitana apresentaram na manhã dessa sexta-feira (11), através do delegado Antônio Sérgio, o ex-presidiário Jorge Santos (foto), 33 anos, vulgo "Jorge Carroceiro". A prisão do acusado aconteceu nesta quinta-feira, 10, no bairro Santa Maria, em Aracaju.

De acordo com informações do delegado, Jorge foi surpreendido em via pública em posse um revólver calibre 38. A prisão aconteceu após o DHPP representá-lo ao Poder Judiciário que emitiu mandado de prisão que foi cumprido ontem. A ordem judicial saiu por conta de um crime de homicídio registrado no dia 12 de outubro deste ano.

Ainda de acordo com o delegado, na oportunidade, Jorge assassinou a tiros o taxista George Henrique dos Anjos Lima, conhecido como "Jorginho". "O crime foi motivado por desafeto. Jorge encontrou a vítima em uma borracharia e lá mesmo a assassinou com disparos de arma de fogo", explicou o delegado

O delegado informou ainda que Jorge respondia por mais dois inquéritos relativos a homicídio. O primeiro assassinato ocorreu no dia 31 de maio de 2012, quando Jorge matou Mário César Ramos Filho, 23 anos, vulgo "Pombo". O crime aconteceu na rua Promotor José Medeiros, no conjunto Augusto Franco. Mais uma vez Jorge utilizou uma arma de fogo para cometer o crime.

Já o terceiro homicídio em que Jorge é apontado como autor aconteceu no dia 23 de julho de 2012, tendo como vítima Felipe Gabriel dos Santos Pereira, 20 anos. O crime aconteceu, também, no conjunto Augusto Franco.

"Como no último caso, esse dois foram motivados por desafetos ligados ao tráfico de drogas. No crime do dia 23 de julho ele contou com a participação de Edinaldo José dos Santos, que foi preso em flagrante", explicou o delegado.

O acusado responderá pelos três crimes de homicídio e por porte ilegal de arma de fogo. A arma apreendida foi utilizada no crime praticado em outubro do ano passado.

Na tentativa de se defender, Jorge disse à imprensa que só assassinou as três vítimas porque ele estavam o perseguindo e atentando contra a sua vida, bem como a de seus familiares. Ele disse ainda que não se arrepende de ter cometido nenhum dos assassinatos e que possuía uma lista contendo os nomes de 12 desafetos, sendo que dessa lista ele já tinha tirado a vida de três, e que se pudesse mataria os outros nove. “Antes eles que eu! Não me arrependo de nada que eu fiz. No dia que eu for solto, se eles não estiverem sido assassinados, eu termino o serviço”, disse.

Foto: SSP/SE
 

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