Polícia prende quatro suspeitos acusados de matar criança em Sergipe
Inquérito deverá ser finalizado em 30 dias, há possibilidade de mais prisões Cotidiano | Por Saullo Hipolito 20/08/2019 12h32 - Atualizado em 20/08/2019 14h31A Polícia Civil elucidou na manhã desta terça-feira (20) o crime contra uma criança de oito anos, morta na madrugada da última quarta-feira (14) em Cristinápolis. A ação dos criminosos, segundo a Polícia Militar, teria outro alvo e foi motivada pelo envolvimento da associação criminosa com o tráfico de drogas.
De acordo com o delegado de Cristinápolis, Edson Nixon, o crime foi cometido por homens armados, que invadiram o imóvel no momento em que a criança dormia dentro de casa. As investigações comprovaram que o crime estaria ligado ao tráfico de drogas e o principal alvo seria um tio da criança, vulgo 'Luquinhas', que supostamente também teria envolvimento com a venda ilegal de entorpecentes.
"Eles intencionavam matar o 'Luquinhas', mas como estava escuro e não terem visto direito, ou por pura maldade, para não perder a viagem, acabaram matando a criança", afirmou o delegado.
No total, seis pessoas foram identificadas como participantes da ação criminosa, quatro delas estão presas e foram identificadas como (foto principal) Maiara Nascimento Cardoso, José da Hora Costa Santos, Denisson Batista Silva (chefe do grupo), e Genivaldo dos Santos.Em depoimento Maiara negou o envolvimento; já José da Hora, de acordo com o delegado, prestou esclarecimentos importantes sobre a associação, que serão anexados aos autos da investigação e enviados à Justiça.
Outros dois envolvidos (foto ao lado) morreram em confronto com a polícia. O primeiro (Leonardo Francisco de Aquino) foi encontrado e morto em Estância, já o segundo e apontado como autor do crime, estava na própria cidade do crime e foi identificado como Williangelo, vulgo 'Batata'.
Os suspeitos serão indiciados por associação criminosa e por tráfico de drogas. O inquérito policial terá 30 dias para ser finalizado e depois entregue à Justiça. A Polícia Civil aventa a possibilidade de novas prisões.

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