Policiais Civis e servidores da Cogerp paralisam atividades nessa sexta
Cotidiano 23/04/2014 11h30Por Fernanda Araujo
Os policiais civis (agentes, agentes auxiliares, delegados e escrivães) e os servidores da Coordenadoria Geral de Perícias (Cogerp) vão paralisar as atividades por 12 horas na próxima sexta-feira (25). Segundo o presidente do Sindicato dos Policiais Civis (Sinpol), Antônio Moraes, os trabalhadores estarão em vigília das 7h às 19h para aguardar o resultado da reunião com a comissão paritária.
A comissão é composta pela Secretaria de Planejamento e Gestão (Seplag), Secretaria da Fazenda (Sefaz), Procuradoria Geral do Estado (PGE), Secretaria de Segurança Pública (SSP), Polícia Civil, Associação dos Delegados de Polícia Civil (Adepol) e Sinpol. A reunião está prevista para iniciar às 9h, na Seplag, onde o governo deve apresentar a contraproposta final às categorias sobre as reivindicações apresentadas.
Os policiais e servidores da Cogerp estarão reunidos em um café da manhã a partir das 7h. No mesmo dia, às 15h30, se reunirão novamente em assembleia geral no auditório da Academia da Polícia (Acadepol). Eles vão avaliar se retomam a greve ou não, caso a pauta mínima já em consenso com o governo não seja atendida.
Os servidores decidiram suspender a greve por 30 dias, desde o dia 26 de março, enquanto o governo analisava a pauta das categorias. A decisão foi considerada como um voto de confiança ao governador Jackson Barreto. Eles haviam se reunido com o secretário da Seplag, João Augusto Gama, no dia anterior, onde um ponto da pauta mínima foi atendido de imediato. Desde então, algumas reuniões foram realizadas e a última definida para esta sexta para apresentação da contraproposta.
De acordo com Antônio Moraes, até então, o governador se comprometeu a expedir decreto e, em seguida, lei em que os servidores da Cogerp ficariam livres da ameaça de devolução aos órgãos de origem, bem como se vedará o ingresso de novos servidores, oriundos de outras repartições, ao órgão pericial.
Outro ponto atendido, não específico da categoria policial, foi a certeza de que a revisão geral (linear) de 2014 será paga. As demais reivindicações que devem ser aprovadas ou não pelo governo são: promoção automática; reconhecimento dos 45 servidores da PC que preenchiam todos os requisitos para o reenquadramento definido em 1999; reconhecimento de cerca de 200 servidores da Cogerp que há décadas exercem atividades periciais.
Sobre a reintegração dos 15 agentes de polícia desligados irregularmente há cerca de três anos, segundo a categoria, Antônio Moraes afirmou que o próprio secretário João Augusto se comprometeu a resolver a questão.
Foto: arquivo F5 News

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