Policiais federais estão em greve por aumento de salário
“Há uma distorção muito grande nos vencimentos”, argumentam Cotidiano 07/08/2012 14h53Por Sílvio Oliveira
Na manhã desta terça-feira (7), policiais federais deflagraram greve nacional por três dias. Em Sergipe, foram interrompidos os processos de investigação, oitiva e prisão. A entrega de passaporte e o registro de armas estão sendo feitos normalmente, a fim de que não cause mais transtorno para a população. Eles reivindicam a reestruturação de vencimentos e da carreira de agentes, escrivães e papiloscopistas, além da substituição do diretor geral da Polícia Federal, Leandro Daelo.
Segundo Antônio Robson Souza, presidente do Sindicato dos Policiais Federal em Sergipe (Sinpef) (foto principal), a luta pela reestruturação salarial é resultado de mais de três anos, embora tenha confiança de que neste momento o Governo Federal irá apresentar uma proposta condizente com o que pede a categoria. “O Ministério do Planejamento já reconheceu o nível superior para as categorias de agente, escrivão e papiloscopista. Falta à presidência pagar como nível superior”, disse.
O salário inicial desses três cargos é de R$ 7,5 mil, o equivalente a 56,2% da remuneração dos delegados, cujo vencimento de início de carreira é R$ 13,4 mil. “Há uma distorção muito grande nos vencimentos. As três categorias continuam recebendo como se não fossem nível superior”, afirma.
Quanto à substituição do diretor geral da Polícia Federal, o sindicalista Antônio Robson explicou que a solicitação faz parte de uma pauta nacional e que Leandro Daelo não representa os anseios da categoria, representando somente o que os delegados e o Governo almejam.
Em Sergipe, são cerca de 150 policiais federais, destes 110 estão inseridos nas três categorias: agente, escrivão e papiloscopista. As atividades somente deverão voltar ao normal a partir da sexta-feira (10).
Foto: Sinpef/SE

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