Policiais trabalham sem segurança no policiamento ostensivo
Cotidiano 10/08/2012 07h57Por Marcio Rocha
Os policiais militares da Grande Aracaju pretendem realizar manifestação contra a mudança da escala de horários desenvolvida pelo Comando do Policiamento da Capital. A modificação no horário foi feita por determinação do comandante, coronel Jackson Nascimento.
Os policiais reclamam que o novo horário é prejudicial para os policiais em seu desempenho de trabalho e provoca a diminuição do efetivo policial em Aracaju, Nossa Senhora do Socorro, Barra dos Coqueiros e São Cristóvão, cidades atendidas pelos batalhões da capital.
Vários Postos de Atendimento ao Cidadão (PAC) estão com menos policiais em ação. Em alguns, o número de PMs chega ao ínfimo número de dois policiais por turno. Quando os militares recebem um chamado, vão atender a ocorrência e fecham o PAC. Levando a condição de ausência de proteção da população por falta de policiais.
“A escala dos policiais mudou para 12/48, até aí tudo bem. O horário não nos prejudica, mas só tem dois, eu disse dois, policiais em cada PAC para fazer policiamento. Tem q fechar o PAC e sair para a ação. Qual é a segurança que o policial tem para dar segurança à população? Isso é brincar de polícia”, comenta.
Os policiais militares em atividade, segundo o militar que conversou com a reportagem, não passam do número de 900 por dia de trabalho. Em proporção a um efetivo de seis mil homens, dos quais apenas 4.500 estão em atividade policial, pois há um número alto de policiais ainda desenvolvendo atividades administrativas.
A reportagem F5 News tentou contato com o comandante do policiamento da capital, coronel Jackson Nascimento e com a PM-5, assessoria de comunicação da corporação. Entretanto, não obteve êxito.

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