Populares questionam greves na área de saúde
Cotidiano 30/08/2012 15h00Da Redação
Diversas categorias estão em greve no país inteiro. São servidores públicos federais, estaduais e municipais com atividades paralisadas, enquanto a população sofre com atendimento reduzido.
Um exemplo disso é a greve dos condutores do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) em Sergipe. Já são dezoito dias de paralisação e o atendimento a ocorrências está demorando mais que o usual.
Numa sondagem rápida entre aracajuanos, a opinião geral é de que o povo não pode mais continuar sendo sacrificado e que os trabalhadores precisam encontrar um novo caminho.
George Lemos – redator publicitário
A greve é um direito legítimo das categorias. O problema é que serviços essenciais exigem novas maneiras de reivindicar, já que a população é prejudicada com a demora no serviço. Do jeito que vai, não é assim que a causa vai ganhar adesão popular.
Gustavo Mendes – mergulhador
A greve é justa. Mas, mesmo sendo justa, ela é ruim, porque quem sente seus efeitos é quem está numa situação de risco e necessitando deste serviço. A verdade é que a nossa política de saúde pública está doente.
Rozendo Aragão - jornalista
Concordo que eles faça a mobilização mas, infelizmente, o prejudicado, como sempre, é o povo que necessita dos serviços. O Samu, no início, era uma referência nacional. Hoje em dia, acredito que por falta de investimentos, ficou para o canto. Sei do esforço dos "Anjos do Samu" (é assim que eu os chamo) mas, repito: eles têm direito de se manifestar, desde que não prejudiquem o atendimento à população.
Marcio Menezes – geógrafo
Eu acho que a greve dos condutores da Samu é um crime. Eles tem razão em querer ganhar mais, mas esse tipo de serviço é essencial para salvar vidas. O resultado disso é morte, porque o usuário que está necessitando de ajuda.

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