Postos abrem para atualizar vacinação de menores de 15 anos
Cotidiano 16/09/2017 08h11 - Atualizado em 16/09/2017 08h44Por F5 News
Os pais de crianças e adolescentes menores de 15 anos devem levar seus filhos aos postos de saúde para atualizar a caderneta de vacinas. Neste sábado (16) é o Dia D da Campanha Nacional de Multivacinação, quando os locais de imunização estarão abertos em todo o país. A campanha começou no dia 11 de setembro e vai até o dia 22. A meta é resgatar todas as crianças e adolescentes não vacinados e, com isso, iniciar ou completar os esquemas de imunização.De acordo com o Ministério da Saúde, Sergipe recebeu 317,7 mil doses de vacinas para colocar em dia a situação vacinal de crianças e adolescentes do estado. Desse total, 163,6 mil são doses extras.
Dados da Secretaria de Estado da Saúde (SES) apontam que 3.782 crianças já compareceram à vacinação. Destas, 2.900 receberam alguma dose de vacina, ou seja, quase 80% delas precisavam ser imunizadas contra algum tipo de doença.
Em relação aos adolescentes, compareceram à vacinação 1.420 deles e 960 precisaram ser vacinados com alguma das vacinas disponíveis na campanha, entre elas meningite C, pólio, tríplice viral, tétano, hepatites A e B e a pentavalente, que imuniza a criança contras a Difteria, Tétano, Coqueluche,
Segundo a presidente da Sociedade Brasileira de Imunizações (SBIm), Isabella Ballalai, é o momento de avaliar se alguma vacina foi incluída no calendário desde a data que a criança e adolescente esteve pela última vez no posto de saúde. “Tivemos várias modificações no calendário do Programa Nacional de Imunizações [PNI], tanto em inclusão de vacinas como em expansão da faixa etária”, explicou.
Este ano, o Ministério da Saúde também vai eleger um Dia D de vacinação nas escolas durante a campanha. A data ainda vai ser definida com o Conselho Nacional de Secretarias Municipais de Saúde (Conasems).
Clínicas privadas
As vacinas aplicadas em clínicas privadas é, segundo a presidente da SBIm, comunicada ao Ministério da Saúde e são contabilizadas na cobertura vacinal pelo PNI. “O grande problema é que ainda tem vacinação informal, em consultórios não credenciados, em farmácias não licenciadas. Essas informais não são contabilizadas e consideradas válidas”, disse Isabella.
Ela ressalta que todas as vacinas do PNI são seguras e utilizadas ha décadas, tanto na rede pública quanto na privada. Alguns pais, entretanto, preferem a vacinação em clínicas particulares porque elas oferecem uma amplitude maior e, no caso da vacina de difteria, tétano e coqueluche acelular, provocam menos reações adversas.
Para Isabella, no entanto, não se pode considerar, simplesmente, uma vacina melhor ou pior. "Pior é não vacinar. Na realidade, a família deve conversar com pediatra a possibilidade ou não de procurar a rede privada, e suas vantagens e desvantagens”.
De acordo com o ministério, as vacinas disponíveis para crianças menores de 7 anos são: BCG – ID, hepatite B, penta (DTP/Hib/Hep B), VIP (Vacina Inativada Poliomielite), VOP (vacina oral contra pólio), VORH (Vacina Oral de Rotavírus Humano), vacina pneumocócica 10 valente, febre amarela, tríplice viral (sarampo, rubéola, caxumba), DTP (tríplice bacteriana), vacina meningocócica conjugada tipo C, tetraviral (sarampo, rubéola, caxumba e varicela) e hepatite A.
Já as doses disponíveis para crianças e adolescentes entre 7 e 15 anos são hepatite B, febre amarela, tríplice viral, dT (dupla tipo adulto), dTpa, vacina meningocócica conjugada tipo C e HPV.
As informações sobre a Campanha Nacional de Multivacinação de 2017 estão disponíveis na página www.saude.gov.br/vacinareproteger.
*Com informações da SES, Agência Brasil e MS

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