Prefeitura quer solucionar problema de habitação com parcerias
Cotidiano 11/03/2015 08h47A Prefeitura de Aracaju, através do secretário de Infraestrutura, Luiz Durval, da presidente da Emurb, Maria do Socorro Cacho e do diretor de habitação da empresa, Paulo Dorna, apresentou para a Associação Sergipana de Empresários de Obras Públicas e Privadas (ASEOPP), o plano de habitação para a chamada faixa 1 do programa “Minha Casa, Minha Vida”. Da reunião-almoço participaram também os superintendentes em Sergipe do BNB e da Caixa, respectivamente, Saumineo Nascimento e Anacleto Grosbelli.
Coube ao diretor de habitação da Emurb, Paulo Dorna, apresentar o plano para os associados e as sugestões e perspectivas de parcerias. Paulo explicou que o prefeito João Alves, procurou alternativas para o obstáculo de construir moradias na cidade, onde existem hoje poucas áreas disponíveis para a faixa 1, do programa de Fundo de Arrendamento Residencial que beneficia a população mais carente. O teto hoje para construir o imóvel, juntamente com o terreno é de R$ 61 mil. Chamadas públicas - Depois dos estudos Paulo Dorna disse que já existem duas chamadas públicas. Uma para construção de 576 unidades e outras para 192. A primeira é no 17 de Março no Santa Maria e a segunda também no mesmo bairro no chamado loteamento Jardim Recreio. No debate, o presidente da ASEOPP, Luciano Barreto, pediu para que as chamadas fossem divididas para propiciar a participação maior de construtoras médias e pequenas. P
Paulo Dornas lembrou também que pelo programa a Prefeitura cuida da área e do cadastramento dos beneficiários e todos os projetos e a obra são geridas pela Caixa. “Nós somos o agente facilitador”, disse que a PMA quer uma parceria efetiva com os empresários.
Parcerias
O diretor da Emurb apresentou sugestões de parcerias com o empresariado para resolver o problema da falta de área. O primeiro é uma modalidade que já existe no Plano Diretor de Aracaju, aprovado no ano 2000, que é o consórcio imobiliário, onde a PMA pode entrar com toda estrutura e recebe uma parte da área. Outra é a permuta de áreas e a terceira através da contrapartida.
Ficou definido que os empresários interessados apresentarão suas propostas a Emurb para melhor detalhamento.
Fonte e foto: Asscom/ASEOPP

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