Prefeitura segue sem definição sobre a realização do Forró Caju
Cotidiano 26/05/2017 15h40 - Atualizado em 26/05/2017 16h22

Por F5 News

A menos de uma semana do início do período junino, a Prefeitura de Aracaju ainda não definiu se vai realizar o maior festejo do Estado, o Forró Caju. A realização da festa continua emperrada na questão financeira. A única certeza, até o momento, é que, se for realizada, a programação e estrutura serão as menores da história.

Segundo o prefeito Edvaldo Nogueira, a Funcaju ainda não conseguiu os recursos necessários para custear o orçamento da festa. No começo do mês, a prefeitura buscou apoios na iniciativa privada e verbas do Governo Federal, mas ainda não teve retorno.

"A tendência é de que não tenhamos, mas se sair a emenda do Governo Federal, nós teremos”, declarou o prefeito em entrevista à imprensa esta semana.

Desde o ano passado, a prefeitura enfrenta dificuldades para realizar a festa, que em 2017 completa 24 anos. Na edição 2016, o evento só foi realizado por conta de uma parceria público privada com uma produtora local. A empresa ficou responsável pela programação e logística do evento, e teve o direito de cobrar pelo acesso aos camarotes.

O assunto repercutiu essa semana na Câmara de Vereadores. O presidente do Legislativo, Nitinho Vitale, defende que a festa não seja promovida este ano para que a prefeitura priorize a continuidade dos serviços básicos.

“Não vejo como uma extrema importância da Prefeitura realizar o Forró este ano. Defendo que esse dinheiro seja utilizado para melhorar as condições de saúde, saneamento básico, educação e principalmente, pagar os salários dos servidores em dia”, afirmou.

Já o vereador Anderson de Tuca entende que o Município pode firmar uma parceria público privada que ficaria responsável pelos custos com estrutura e programação, de modo parecido com o do ano passado. Segundo ele, a festa movimenta uma extensa cadeia produtiva e possui representatividade cultural para o Estado.

“Compreendo os problemas financeiros que o Poder Executivo está enfrentando, mas existem outros meios e eles devem ser avaliados. Pelo curto tempo, por sinal, isso já deveria ter sido definido”, declarou Anderson.

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