Professora Ivânia: Polícia ouve testemunhas e descarta hipótese de latrocínio
Cotidiano 13/09/2017 12h20 - Atualizado em 13/09/2017 12h40Por Will Rodriguez
A Polícia Civil já começou a investigar a morte da professora Ivania Santana Souza Oliveira, 45, assassinada no pátio da Escola Estadual Guilherme Campos, onde era coordenadora, no município de Campo do Brito, agreste sergipano.
O inquérito está sendo conduzido pela delegada da cidade, Michele Araujo, que iniciou a oitiva de testemunhas nesta quarta-feira (13) e informou que já possui uma linha de investigação, mas deve manter as informações sob sigilo para não prejudicar o andamento das investigações. “Esse caso está recebendo prioridade para que possamos dar uma resposta à sociedade o mais rápido possível”, afirmou.Ainda segundo a polícia, a motivação e autoria do crime ainda são desconhecidas, mas, a princípio, a hipótese de latrocínio (roubo com morte) está sendo descartada em função da dinâmica do homicídio.
A professora estava em seu veículo deixando a unidade de ensino quando foi atingida pelos disparos efetuados por um homem que chegou ao local acompanhado de um comparsa em uma motocicleta preta. O aparelho celular e uma bolsa com R$ 10 mil em cheques não foram levados.
Para a família da professora, natural da cidade de Itabaiana, o crime tem características de execução, mas não deve ter relação com o exercício da profissão. “Eu nunca vi inimizade nenhuma com ela na escola”, disse o marido de Ivânia, Jackson Douglas, na porta do Instituto Médico Legal (IML) enquanto aguardava a liberação do corpo.
Em entrevista a uma emissora de rádio, o sobrinho da vítima, Natanael Vieira, afirmou que a convivência da professora com Douglas, que é ex-presidiário, não era harmoniosa e, no momento, eles estavam separados.
“O relacionamento dela não agradava a família e ela escondia muita coisa porque sabia que a gente não gostava, inclusive, ela teria prestado um B.O para que ele ficasse longe dela”, declarou.
Informações podem ser passadas de forma anônima através do Disque-Denúncia 181.
Foto1: reprodução redes sociais
Foto 2: F5News

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