Professores aceitam reajuste de 8.32%
Cotidiano 10/04/2014 12h16Por Fernanda Araujo
Os professores do Estado de Sergipe aprovaram em assembleia geral nesta quinta-feira (10) a proposta do governo sobre o Projeto do Reajuste de 8.32% que já está na Assembleia Legislativa (Alese), porém, com algumas restrições, segundo a presidente do Sindicato dos Trabalhadores da Rede Pública Estadual (Sintese), Ângela Melo.
Os 8.32% será efetivado no salário do mês de maio, os retroativos dos meses de março e abril serão pagos até o dia 20 de maio. Já o retroativo de janeiro e fevereiro será pago em setembro e outubro. No entanto, a proposta do sindicato era que o reajuste fosse inserido neste mês e o retroativo ainda no 1º semestre, mas, de acordo com a sindicalista não houve muito avanço nas negociações.
“Na última assembleia queríamos que o retroativo de março e abril seria pago até 10 de maio, o de janeiro e fevereiro em agosto. Porque em junho acaba o retroativo de 2013. E que em julho e agosto fosse efetivado o retroativo dos meses de janeiro e fevereiro”, disse.
Os professores ainda seguiram para a Alese através da deputada Ana Lúcia e colocaram a situação para os deputados estaduais. A categoria espera ainda hoje pela assinatura do decreto constitucional – na assembleia legislativa – criando uma comissão paritária entre Sintese e governo.
A comissão será criada para discutir a construção da carreira dos professores com o reajuste de 22,22%, e para tentar revogar a lei 2013/2011 que, segundo Ângela Melo, desestruturou a carreira. “A comissão tem apenas 45 dias para o término dos trabalhos, por causa das eleições”.
Paralisação
No dia 7 de maio está programado mais um ato público em frente à Secretaria de Estado da Educação (Seed), às 7h. Os professores remetem ao ‘Dia D’ quando o órgão realiza a avaliação dos professores conforme Índice Guia de Avaliação de Desempenho. A categoria decidiu em assembleia, no dia 2 de abril, não participar da avaliação já que a Seed, segundo o Sintese, não levou em consideração que é muito difícil pensar em avaliação quando problemas elementares não foram resolvidos, tais como falta de equipamentos e a falta de estrutura das escolas.
Foto: Caroline Santos/Ascom Sintese

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