Revista Cumbuca contribui com a memória do povo sergipano
Cotidiano 07/07/2017 07h41A nova edição aborda o suicídio do poeta, jornalista e letrista musical Torquato Neto, retratando no decorrer do texto de Antonio Nahud sua importância para a cultura brasileira. A vida do artista plástico sergipano Gervásio Teixeira é lembrada por Anderson Camilo. “Gervásio Teixeira é testemunha ocular, muito longe de ser apenas um coadjuvante e muito menos um mero espectador dos acontecimentos relevantes que permeiam qualquer sociedade, observa Anderson Camilo.
Gabi Etinger fala da relação do designer gráfico e a arte e cita a revista Cumbuca como bom exemplo de atenção ao design gráfico. “No editorial de revistas, atualmente, a Cumbuca ganha destaque em seu cuidado com o projeto gráfico, desde o papel utilizado à diagramação. A cada edição uma capa mais colorida e experimental que a outra, explorando a miscelânea de possibilidade no designer contemporâneo. Os experimentos seguem no interior da revista, em grafismos que dialogam com as matérias, de visualidade atraente. O material dá atenção ao Design Gráfico de cabo a rabo”.
O presidente da Empresa de Serviços Gráficos de Sergipe - Segrase, Ricardo Roriz, lembra que a Cumbuca é uma publicação trimestral e busca promover a valorização da atividade cultural, “incentivando a difusão de ideias com a publicação de trabalhos literários e científicos”.
A presença de mulheres na poesia e no rap em Sergipe é destaque no texto de Geilson Gomes. Ele mostra que as mulheres vêm ocupando os espaços culturais sergipanos. Os poetas Mario Resende e Allan Jonnes marcam presença com suas obras. Ludwig Oliveira relembra a origem do chorinho e sua chegada em Sergipe. A história da Sociedade Filarmônica Nossa Senhora da Conceição, da cidade sergipana Itabaiana é detalhada por Rômulo de Oliveira. O sucesso da exposição AVIE! Artes Visuais na Escola é contado por Danielle Virginie.
‘Jornalismo Literário e a Revista Cumbuca’ texto de Bruna Daniely conta a história do surgimento da Cumbuca. “A revista surgiu em julho de 2013, uma idéia do então governador Marcelo Déda. O jornalista Amaral Cavalcante foi convidado para elaborar um projeto de revista para Sergipe, então focou-se na qualidade gráfica e editorial”. A revista finaliza com texto de Luiz Antonio Barreto (in memoriam) que descreve uma história sangrenta no mar sergipano em 1942.
Fonte: Agência Sergipe

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