Roda de Conversa discute direitos das mulheres em Aracaju
Cotidiano 05/06/2017 18h10Com o objetivo de dar continuidade às ações de empoderamento das mulheres aracajuanas e levar informação de qualidade sobre as políticas públicas e serviços destinados ao atendimento deste público, a Secretaria Municipal da Assistência Social e Cidadania (Semasc), através da coordenadoria de Políticas Públicas para as Mulheres e em parceria com o Conselho Municipal dos Direitos da Mulher (CMDM), realizará nesta terça-feira (6), a “Roda de Conversa – Acesso aos Direitos da Mulher”. O evento irá ocorrer, das 14h às 17h na sede da Associação de Mulheres Virtuosas, no bairro Santa Maria.
A Roda de Conversa reunirá, prioritariamente, mulheres dos bairros Santa Maria e 17 de Março, mas é aberto ao público feminino em geral. A ideia é apresentar às participantes os diversos órgãos que compõem a Rede de Atendimento à Mulher em situação de violência e promover um debate sobre as principais demandas das mulheres que vivem nessas localidades. Para isso, além de representantes da Semasc e do CMDM, o evento contará com a presença de representantes da Coordenadoria Estadual de Políticas para as Mulheres (CEPM), da Secretaria de Estado da Mulher, Inclusão e Assistência Social, do Trabalho e dos Direitos Humanos (Seidh); da Coordenadoria da Mulher do Tribunal de Justiça; da Coordenadoria da Mulher do Ministério Público; do Núcleo de Defesa da Mulher (NUDEM) da Defensoria Pública; e da Delegacia de Atendimento à Mulher.
Ação continuada – Apenas no mês de março, em alusão ao Dia Internacional da Mulher, a Semasc realizou uma série de palestras com o mote “Toda mulher é Forte”. Somente naquele mês, a equipe conversou com mais de 800 usuárias dos Centros de Referência da Assistência Social (CRAS) e Centros de Referência Especializados da Assistência Social (CREAS) e detectou a importância de levar informações de qualidade à população, promover debates qualificados e traçar, junto com a comunidade, estratégias que incentivem o empoderamento feminino de modo permanente.
Rompendo o silêncio – Um dos resultados esperados é o encorajamento das mulheres para que procurem ajuda quando forem vítimas de algum tipo de violência e denunciem seus agressores. Somente até o final de maio, 1080 mulheres que residem em Aracaju registraram a ocorrência de violência doméstica do Departamento de Atendimento a Grupos Vulneráveis (DAGV) da Polícia Civil.
Fonte: Agência Aracaju

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