Samu: Servidores continuam em greve e sem posição do Governo
Cotidiano 31/03/2014 17h50Por Tíffany Tavares
Na tarde desta segunda-feira, 31, trabalhadores do Serviço Móvel de Urgência (Samu) participaram de ato na Assembleia Legislativa de Sergipe (Alese), na tentativa de receberem boas notícias com relação ao reajuste salarial e ao Plano de Cargos, Carreiras e Vencimento (PCCV) da categoria.
Mas as novidades não chegaram. Os servidores do Samu estão em greve desde a última quinta-feira, 27. A paralisação envolve condutores de ambulância, enfermeiros, técnicos de enfermagem, radiooperadores, telefonistas e administrativos.
De acordo com o presidente do Sindicato dos Condutores de Ambulância de Sergipe, Adilson Ferreira (foto ao lado), é preciso rever a Lei do PCCV, já que, voltada para os estatutários, envolve também os servidores do Samu. “Somos celetistas, mas estamos envolvidos numa lei estatutária. Tivemos a informação de que hoje seria votado o reajuste de recomposição salarial dos servidores, o reajuste linear. Mas na assembleia, nada foi definido", explicou.“Viemos aqui para cobrar dos deputados um posicionamento sobre a nossa situação, soubemos que o Governo só dará aumento de pouco mais de 5%, sendo que o valor exigido de 21,5%, foi adquirido através do Dieese”, detalhou Adilson Ferreira.
A enfermeira Adriana Batista de Góes (foto abaixo) conta que as condições de trabalho estão precárias. “Fora que não temos reajuste salarial desde 2012”, disse afirmando que o Samu está com 50% das viaturas ainda rodando e fazendo escala de revezamento, para que a população não seja prejudicada.
“Querem aprovar valores de piso, reajuste sem discutir com a classe. Isso não pode. Tudo tem de ser feito às claras”, argumentou a enfermeira.Fotos: Rafael Almeida

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