Secretário de Turismo: não há tempo para viabilizar Feira de Sergipe
Evento foi cancelado pelo Sebrae por causa de cortes no orçamento Cotidiano 06/11/2015 17h00Da Redação
O cancelamento da 17ª edição da Feira de Sergipe, que aconteceria entre 16 e 30 de janeiro do próximo ano, preocupa vários setores econômicos do estado, sobretudo os que integram o trade turístico. Além de ser uma difusora da cultura sergipana, a Feira aquecia a economia de grandes e pequenos empresários, embalada pela alta estação. Com uma média de 10 mil visitantes por dia, o evento movimenta cerca de R$ 15 milhões.
O secretário de Estado do Turismo, Adilson Júnior, considera que o cancelamento da Feira trará grandes prejuízos para a atividade econômica sergipana, mas minimiza a situação ressaltando que a decisão do Sebrae é temporária. “A cidade vai estar cheia de turista, então era a oportunidade de conhecer nossas belezas e o trabalho do nosso povo. Essa semana conversamos com a superintendência do Sebrae para discutir a questão. Eles nos informaram que apenas a edição de 2016 vai ser suspensa, mas já está solicitando o espaço para que a feira continue em 2017”, afirmou, apostando na retomada do crescimento econômico.
Adilson ponderou ainda que, mesmo diante das tentativas para que o evento não fosse suspenso, os recursos desembolsados pelo Sebrae para custear a Feira são consideráveis e, segundo ele, não haveria tempo suficiente para viabilizar a estrutura. “A Feira custa cerca de 1,4 milhão de reais, mas o aporte feito pelo Sebrae é muito alto e apenas 200 mil vinham de outras fontes. Considerando a condição econômica do governo e a proximidade da data, não temos tempo hábil para conseguir reunir patrocínio”, observou o secretário, acrescentando que outros eventos de menor proporção devem ocorrer no mesmo período em que aconteceria a feira.
Segundo o Sebrae, a queda de 40% na previsão orçamentária da entidade para 2016 levou a direção a optar pelo cancelamento. A redução é fruto do corte de 25% no repasse de recursos para o sistema “S” e pela retração de arrecadação com previsão de 12% para este ano, devido ao aumento do índice de desemprego.
*Com informações da Ilha FM

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