Separadas, centrais sindicais protestam no dia do trabalhador em Aracaju
Manifestantes criticam governo Temer e pedem liberdade do ex-presidente Lula Cotidiano 01/05/2018 12h14 - Atualizado em 01/05/2018 12h27Por F5 News
As manifestações de 1º de maio em Aracaju, neste ano, não tiveram como objetivo a celebração. Em atos distintos, as duas centrais sindicais com atuação em Sergipe, a Central Única dos Trabalhadores (CUT) e a Central dos Trabalhadores do Brasil (CTB), levaram manifestantes às ruas em protesto contra o desemprego, as políticas de ajuste de fiscal dos governos federal e estadual, e também a prisão do ex-presidente Lula.
No ato organizado pela CUT, na zona norte da capital sergipana, os manifestantes também cobraram uma solução para o fechamento da Fafen/SE, programado para ocorrer ainda este ano pela Petrobras, e também para os trabalhadores da Fundação Hospitalar de Saúde (FHS), que será extinta em março do próximo ano.
“Todas as mudanças que aconteceram pós-golpe de 2016 mudaram a vida dos trabalhadores para pior. O governo ilegítimo de Temer, sem compromisso com a vontade do povo, impôs a reforma trabalhista; os servidores públicos amargam cinco anos de perdas salariais; e a aposentadoria quase foi destruída também, o que só não se consumou graças às lutas organizadas pelas centrais sindicais e movimentos sociais no ano passado”, afirma o vice-presidente da CUT/SE, Plínio Pugliesi.
O protesto da CTB, que aconteceu durante a manhã no conjunto Augusto Franco, zona sul da capital, adotou o mesmo tom. Segundo o presidente da CTB/Sergipe, Adeniton Santana, esse 1º de Maio deve ser “um dia de resistência na luta do povo pelo restabelecimento da nossa democracia”. Em sua análise, após o governo Temer, “a economia no Brasil entrou em declínio, os trabalhadores perderam direitos e o desemprego aumentou”.
Foto: reprodução TV Sergipe

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