Sergipe registra maior número de apreensões de armas em quatro anos
De 2015 a 2018 foram apreendidas quase 5 mil armas irregulares no Estado Cotidiano 12/01/2019 11h32 - Atualizado em 12/01/2019 15h19O maior número de armas de fogo irregulares apreendidas durante os últimos quatro anos em Sergipe. De 2015 a 2018, foram feitas mais de 4,9 mil apreensões. Somente durante o ano passado, esse número foi de 1343 armamentos apreendidos. Os dados fazem parte de levantamentos feitos pela Secretaria da Segurança Pública (SSP). A retirada de circulação desse armamento é um dos principais fatores para redução da criminalidade no estado.
Segundo as informações levantadas pela SSP, entre as ações das polícias Civil e Militar, foram retiradas das ruas 1.159 armas ilegais em 2015; em 2016, esse número foi de 1240; já no ano seguinte, 2017, saíram das ruas 1.202 armamentos. Em 2018, o ano em que houve o maior número de apreensões em relação aos três anos anteriores, o total foi de 1.343 armas; totalizando 4.944 armamentos apreendidos nos últimos quatro anos.
No estado de Sergipe, a apreensão de armas de fogo gera uma gratificação para os agentes da segurança pública. A cada armamento ilegal retirado de circulação, o policial recebe uma bonificação de R$ 400. Apenas em 2018, somadas todas as apreensões, os profissionais da segurança pública receberam mais de R$ 537 mil; sendo R$ 351 mil para militares e R$ 185 mil para policiais civis.
A retirada das armas de fogo ilegais das ruas contribui para a redução da incidência de diversos tipos de crimes na capital e no interior do estado. As apreensões fazem parte de ações preventivas e repressivas desenvolvidas pelas polícias Militar e Civil, no tocante a constante redução da criminalidade.
Fonte e foto: SSP/SE

Falta de acesso à habitação persiste e desafia efetivação da cidadania
Testagem ocorre a partir das 8h, na área externa da UBS Carlos Hardmam.
Os contratos terão duração de até um ano, com possibilidade de prorrogação
Homem foi flagrado pelas câmeras de segurança do Ciosp levando uma porta
Secretária Mércia Feitosa lembra necessidade de reduzir ocupação de leitos
