Servidores da Saúde do Estado fazem manifestação em frente ao Caism
Situação é de abandono, diz presidente do sindicato, Augusto Couto Cotidiano 30/04/2013 09h33Por Fernanda Araujo
Seguindo a segunda série de ações do Sindicato dos Trabalhadores da Área da Saúde de Sergipe (Sintasa), os trabalhadores realizaram a terceira paralisação na manhã desta terça-feira (30) em frente ao Centro de Atenção Integral à Saúde da Mulher (Caism).
Antecedendo o dia do trabalhador, comemorado amanhã, 1º de maio, os trabalhadores cobram novamente a implementação do Plano de Cargos, Carreiras e Vencimentos dos estatutários. Para o presidente do sindicato, Augusto Couto, não há o que comemorar porque até o momento o Governo do Estado não se manifestou sobre o PCCV e o reajuste salarial para esse ano.
“Esperamos com essa mobilização saber do governo qual é o índice de aumento dos servidores da saúde, a defasagem salarial é muito grande. Há mais de cinco anos não temos reajuste digno. Outras categorias tiveram avanços absurdos e a saúde praticamente está perdida”, afirma.
Em visita ao Caism, Augusto Couto disse que o sindicato está mobilizado para apoiar e dar suporte aos trabalhadores da unidade, que também estão inseridos no PCCV. Segundo ele, o centro, que antes foi referência no estado, hoje está esquecido e praticamente abandonado. “Todo o servidor excluído do hospital João Alves, da maternidade, é colocado aqui como punição. Eles ficam aqui praticamente isolados de tudo. O Caism teve uma decadência muito grande, falta de materiais, hoje o quantitativo de atendimento é bem reduzido. O sindicato está cobrando melhorias”.
Apesar de algumas manifestações do sindicato reunirem poucos trabalhadores, o presidente afirma que todos estão mobilizados, no entanto, muitos estão intimidados e impedidos de participarem por pressão dos gestores. “O governo não deveria fazer isso, visto que é do próprio PT, que se diz ser dos trabalhadores. Só vamos parar até quando o governo implantar o PCCV dos servidores estatutários”.
O próximo ato será na Maternidade Nossa Senhora de Lourdes, dia 9, das 7h às 9h, onde o sindicato relata problemas de falta de medicamentos.

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