Servidores municipais realizam protesto em frente à Secretaria da Saúde
Categorias cobram recomposição salarial e estudo de impacto financeiro Cotidiano 31/07/2017 15h28 - Atualizado em 31/07/2017 20h35Por F5 News
Em greve há mais de um mês, enfermeiros e agentes comunitários de saúde e endemias do município de Aracaju (SE) realizaram um ato na manhã desta segunda-feira (31), em frente à Secretaria Municipal de Saúde. As categorias cobram uma resposta da gestão municipal sobre a recomposição salarial, e também um estudo de impacto financeiro solicitado.
A direção do Sindicato dos Enfermeiros de Sergipe (Seese) disse que mediante a atual situação da gestão municipal com seus servidores, não existe a possibilidade de recuar com a greve.
“No que diz respeito à insalubridade, esses trabalhadores correm risco de contrair infecções diariamente, inclusive de levar doenças para suas casas e ainda são tratados com grau de inferioridade diante de todos os outros servidores? Isso não existe! O prefeito disse que a sua gestão seria de diálogo e avanços. E isso é o que ele menos está fazendo”, disse Shirley Morales, presidente do Seese.
Durante o ato os representantes das categorias foram recebidos pela secretária da Saúde, Waneska Barboza, que manteve a posição da gestão de que, pelas dificuldades financeiras enfrentadas, ainda não é possível conceder reajuste aos servidores.
Ainda assim, a secretaria se comprometeu em intermediar uma reunião entre os representantes das categorias, e os secretários de finanças e planejamento e, com o prefeito Edvaldo Nogueira.
Segundo os trabalhadores o estudo de impacto financeiro será apresentado junto aos balancetes do primeiro quadrimestre do ano na próxima quinta-feira (03), na Câmara de Vereadores de Aracaju, mas a prefeitura não confirmou essa informação.
Greve
Durante a greve, a escala de plantão permanece com 50% dos profissionais enfermeiros nas unidades de Urgência e Emergência e 30% trabalhando nas Unidades de Saúde da Família.
*Com informações e foto do Seese

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