Sindicato do Samu diz que não bastam novas ambulâncias
Cotidiano 23/01/2013 11h46Por Fernanda Araujo
O Governo de Sergipe realizou a entrega de 11 ambulâncias do Samu 192, na manhã desta quarta-feira (23), na Praça General Valadão. Ao todo, serão entregues 31 veículos, sendo 28 disponibilizados para o interior e três doados ao Município de Aracaju, destinados às Unidades de Suporte Básico e Unidades de Suporte Avançado.
Segundo a secretária de Estado da Saúde, Joélia Silva Santos, a ação faz parte de um processo de renovação das frotas do Samu 192. “O Ministério da Saúde tem sido um grande parceiro. Nós temos a Central Única de Regulação que dará conta de todas as bases do Samu no estado. O Município de Aracaju é pioneiro que conta com profissionais cedidos dent
ro dessa regulação, que ainda são aptos para desenvolver o trabalho em demais 8 municípios do estado”, explica.Ainda serão entregues mais 20 novas ambulâncias, totalizando 58 no ano, além da novidade que é a frota reserva para manutenção preventiva de equipamentos. “Com isso vamos renovar 100% da frota ainda esse ano, no ano passado o governo sinalizou essa renovação quando com recursos próprios colocou 30 novos veículos à disposição da frota”, ressalta.
Para o presidente do sindicato do Samu 192, Adilson Ferreira, a entrega de mais ambulâncias não resolve o problema da desassistência à população, a exemplo de várias bases paradas no estado. De acordo com ele, os problemas com a falta de ambulâncias e algumas quebradas foram solucionados, porém, faltam estrutura física e recursos humanos, frutos do atraso no repasse de verbas do Estado para o Município.
“Tem ambulâncias, mas não tem estrutura física, na realidade há um descontrole de repasse de verbas que o serviço deixa a desejar. Há várias bases paradas porque umas não estão prontas, outras foram desativadas, não tem manutenção e equipamentos, além disso, não chamam os servidores concursados. Não resolve porque existe um problema no administrativo que precisa ser resolvido. O problema do Samu hoje é a concretização do serviço que devia ser em todo o estado”, critica.

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