Sindimed antecipa falta de cirurgiões pediátricos no Huse
Cotidiano 14/01/2014 18h56Por Tíffany Tavares
Na tarde desta terça-feira, 14, médicos realizaram uma reunião-almoço para discutir as perspectivas do Hospital Universitário em Sergipe, além do valor do imposto sindical, no Sindicato dos Médicos de Sergipe (Sindimed).
A médica pediatra Leila Nacer de Oliveira (foto) acrescentou que outros assuntos que preocupam a categoria também foram pautados em reunião. “Um deles é que a partir de fevereiro não haverá nenhum cirurgião pediátrico trabalhando no Huse (Hospital de Urgências de Sergipe), nem em urgência, nem em atendimento ambulatorial. O serviço passará a ser feito por cirurgião geral. Isso ocorre por falta de condições de trabalho, de materiais específicos para atendimento a crianças de todas as idades, inclusive a falta da unidade específica de atendimento à criança. Crianças precisam ser bem acolhidas”, argumenta, lembrando a necessidade de uma solução rápida para este problema.
Segundo o presidente do Sindicato dos Médicos (Sindimed), João Augusto Alves de Oliveira (foto), foi discutida também a privatização dos serviços da saúde em Sergipe. “Essa privatização não rendeu bons resultados, um modelo que trouxe prejuízo tanto para a sociedade, quanto para os cofres públicos”, avaliou, acrescentando que a qualidade da assistência ao paciente pode ser prejudicada com essa situação.João Augusto explica que a assembleia teve como objetivo também deliberar o novo valor do imposto sindical para o ano de 2014. “O valor definido foi R$ 210 e todo trabalhador tanto autônomo como não autônomo é obrigado a pagar o equivalente a um dia de trabalho, isso é uma contribuição federal.
O presidente explica que dessa verba arrecadada, 60% são aplicados nas atividades do Sindimed, em prol dos médicos através de campanhas de mobilização e de conscientização. Já os 40% restantes são direcionados para o governo federal e federações.
Fotos Tíffany Tavares

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