Sintese: piso salarial e Índice Guia são discutidos em assembleia
Cotidiano 31/07/2012 15h35Por Míriam Donald
Com o intuito de decidir principalmente a questão do piso salarial, implantação do Índice Guia de Avaliação de Desempenho do Governo do Estado, entre outros assuntos, os professores que compõem o Sindicato dos Trabalhadores em Educação do Estado de Sergipe (Sintese) realizaram assembleia na manhã desta terça-feira (31), no Cotinguiba Clube.
Na tentativa de resolver o reajuste do piso, a categoria enviou projeto de lei para o Governo antes do recesso parlamentar, onde atribuía 22,22% aos professores de nível médio e 6,5% professores de nível superior. Segundo o diretor de base estadual do Sintese, professor Roberto Silva dos Santos, nessa formulação entende-se que a carreira é dividida e professor não é tratado de forma igual. Para isso, a classe solicitou à Assembleia Legislativa que suspendesse a votação e os deputados acataram a solicitação, mas também houve um acordo entre eles, proposto pelo deputado Garibalde Mendonça (PMDB), de que a Assembleia fizesse uma comissão parlamentar para discutir com o governo uma alternativa ao piso dos professores.
“Essa comissão não foi feita durante um mês, pois os deputados estavam de recesso. Amanhã a Assembleia retorna sem nenhuma resposta completa aos professores em relação a essa questão do piso do magistério. Amanhã estaremos indo para lá para discutir com os deputados como vai se dar o encaminhamento da questão do piso porque entendemos que não dá para aprovar um projeto de lei que divide os professores da forma como está posto”, disse Roberto.
Índice Guia
Sobre o Índice Guia, a categoria é contra por entender que não melhora a qualidade da educação. Ao contrário, é visto pelos professores como modelo de avaliação punitiva e controladora do trabalho docente, que vai de encontro a toda legislação educacional. “Visa apenas punir e controlar o professor para que não haja greve, paralisação, licença prévia, dentre outras causas, ou seja, são formas de controle que apontam inclusive para o desrespeito à legislação vigente no país”, afirma o sindicalista.
À espera de uma satisfação do Governo, a classe tem esperança de que os deputados possam reabrir as negociações para que haja uma alternativa. “Da forma que está posto é muito ruim. O que o Governo quer fazer é uma formulação diferente do que a lei diz”, diz Roberto.

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