SSP coloca investigação do homicídio do capitão Oliveira sob sigilo
Cotidiano 06/04/2018 13h55 - Atualizado em 06/04/2018 14h51Por Fernanda Araujo
A Polícia Civil continua as investigações sobre o homicídio do capitão Manoel Alves de Oliveira Santos, 42, que estão sendo conduzidas pelo delegado Dernival Eloi, do Complexo de Operações Policiais Especiais (Cope). O caso foi colocado em sigilo para não atrapalhar a apuração.
A assessoria de comunicação da Segurança Pública de Sergipe (SSP) diz que a orientação é não comentar o andamento do inquérito, considerando que as equipes policiais estão em campo para identificar e prender os autores do crime.
A SSP afirmou que, momentos após o crime, os assassinos incendiaram um dos veículos utilizados no homicídio na tentativa de dificultar a perícia da Criminalística e fugiram no segundo carro. Uma fonte da Polícia Civil confirmou ao F5 News que o carro, um Toyota Corolla de cor prata, tinha restrição de roubo e placa clonada. O veículo havia sido roubado em setembro do ano passado, mas o local não foi divulgado para preservar as investigações.
Em entrevista à imprensa, o secretário de Segurança de Sergipe, João Eloy, disse não ter dúvidas de que o homicídio tem relação com o crime organizado. Sobre a informação da família de que o capitão vinha sendo ameaçado, o gestor afirmou que a cúpula da Segurança não tinha sido informada oficialmente.
Segundo o comandante da Polícia Militar, Marcony Cabral, já existem suspeitos do crime, mas não pode dar detalhes para também não comprometer a investigação. O oficial foi morto com mais de 30 tiros, em uma emboscada no trevo de acesso ao município sergipano de Monte Alegre, quando voltava para casa.
Foto: redes sociais

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