Suspeito de liderar estupro coletivo em São Cristóvão (SE) é preso
Cinco adolescentes são apreendidos acusados de participação no crime
Cotidiano 30/06/2016 13h20

Por Fernanda Araujo

O crime brutal e cruel contra uma menina de 11 anos de idade, no dia 13 deste mês, em São Cristóvão (SE), continua sendo investigado pela polícia. O suspeito de liderar o estupro coletivo contra a criança foi preso e identificado como Flávio dos Anjos, conhecido como ‘Bila’, de 19 anos.

A operação ‘Olhos de Hórus’ foi deflagrada pelo Departamento de Grupos Vulneráveis (DAGV), com a participação de cerca de 30 policiais, que também apreenderam os cinco adolescentes, com idade entre 16 e 17 anos, acusados de cometerem o crime que teria ocorrido dentro da residência de um deles.

Também foram cumpridos nove mandados de busca e apreensão em residências de pessoas que teriam tido acesso a um suposto vídeo que contém imagens do estupro coletivo. De acordo com a polícia, que investiga a participação de outros envolvidos, o ato teria sido filmado e fotografado com celulares, inclusive por ‘Bila’, e transmitido por redes sociais para outros moradores do Loteamento Lauro Rocha, mesmo bairro onde o crime aconteceu.

Os jovens foram presos em suas respectivas residências no loteamento e confessaram a participação no crime. A delegada Mariana Diniz conta que, durante as investigações, foi constatado que ‘Bila’, apesar de não ter participado diretamente do estupro, teria sido o articulador do crime, sendo o grande incentivador, além de ter filmado toda a ação.

‘Bila’ está sendo investigado pela autoria do vídeo. Outros quatro adolescentes teriam mantido relações sexuais com a criança. Já uma adolescente está sendo acusada de ter atraído a criança até a residência do adolescente e de presenciar toda a cena. A polícia não tem dúvidas de que houve estupro coletivo.

“Quando a vítima chegou à residência de um dos adolescentes, percebeu a movimentação estranha dos outros jovens que estavam no local. Diante disso, ela pediu para ir embora, mas acabou não sendo atendida. Nesse momento, ela foi detida e abusada pelos jovens”, salientou a delegada. Após a repercussão do caso, segundo o delegado Ronaldo Marinho, a vítima e a família passaram a ser ameaçadas.

A polícia não descarta a possibilidade de outras pessoas serem indiciadas neste caso.

*Com informações e foto da SSP-SE

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