TCU manda suspender licitação do Hospital do Câncer
Seinfra diz que está havendo interpretação deturpada dos fatos Cotidiano 11/08/2015 14h30Da Redação F5 News, com informações da Seinfra
No dia 16 de julho, deveria ter saído o edital de licitação para construção do Hospital do Câncer Marcelo Déda Chagas. O edital foi suspenso por ordem do Tribunal de Contas da União (TCU), por conta de material orçado, altos preços e falta do dinheiro total da obra. A Controladoria Geral da União (CGU) está auditando o projeto do hospital, mas ainda não tem conclusões para serem divulgadas.
Em matéria publicada pela Assessoria de Comunicação da Secretaria de Estado da Infraestrutura (Seinfra), o secretário Walmor Barbosa diz que está havendo uma interpretação deturpada dos fatos. “O TCU sugeriu e recomendou que fizéssemos algumas revisões nas exigências de qualificações técnicas para a construção do hospital, pois, enquanto responsáveis pelo gerenciamento da construção de uma obra complexa, exigimos que a empresa possua capacidade técnica e econômica para realizá-la, sem que haja o risco de paralisação ou inexecução”, explicou o secretário.
“Enquanto trabalhávamos nos serviços deterraplenagem, os projetos estavam sendo analisados pelo corpo técnico da Caixa Econômica Federal, já que a instituição é o agente responsável pelo repasse dos recursos. Há 60 dias, a Caixa autorizou a licitação para obra e publicamos o edital dentro dos trâmites legais e este foi avaliado pelo Tribunal de Contas da União (TCU)”, acrescentou.
“Como jamais iríamos de encontro a uma avaliação deum órgão de controle, suspendemos a licitação e estamos fazendo a revisão atendendo todas as recomendações de maneira ágil, e, tão logo isso seja finalizado, encaminharemos nos próximos dias para a reavaliação da Caixa Econômica. Por se tratar de recomendações pontuais, acreditamos que será uma análise rápida e a partir daí publicaremos um novo ato convocatório, validado pelo TCU”, disse o secretário.
De acordo com informações, o serviço de terraplanagem foi concluído há 60 dias. Agora virá a etapa da construção, efetivamente dita, do prédio de 21 mil m², com um custo de R$ 95 milhões, sendo R$ 15 milhões do Proinveste e R$ 80 milhões de recursos federais.

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