Torre e BTS vão dividir limpeza pública em Aracaju
Cotidiano 17/01/2018 13h45 - Atualizado em 17/01/2018 14h06Por F5 News
As empresas Torre Empreendimentos e a BTS Terceirização de Serviços vão assumir o serviço de limpeza pública de Aracaju por cinco anos. Após a avaliação dos preços, o resultado da licitação foi divulgado nesta quarta-feira (17) pela Comissão Permanente de Licitação do para Limpeza Pública da capital sergipana, através da Empresa Municipal de Serviços Urbanos (Emsurb).
A Torre, localizada no bairro São Conrado, venceu três dos quatro lotes do processo licitatório. A empresa será responsável pelos lotes 1, 2 e 4, para serviços de coleta, transporte e descarga de resíduos sólidos urbanos, da construção civil, e limpeza geral com roçagem mecanizada.
Já a BTS, que fica na Avenida Hermes Fontes, bairro Suíssa, ficou com o terceiro lote, para os serviços de varrição e limpeza mecanizada das praias, além da varrição manual de vias e logradouros públicos.
Das 12 empresas credenciadas na primeira fase de análise de documentos, oito foram habilitadas a permanecer no certame, dessas, duas, como a Tecnal Tecnologia Ambiental em Aterros Sanitários, foram descredenciadas durante o processo. A empresa chegou a acionar a Justiça para participar da licitação. Apesar de estar fora, um representante da empresa foi convidado a participar da sessão pública realizada hoje, juntamente com as empresas que estavam habilitadas na fase de credenciamento.
Segundo o presidente da Emsurb, Luiz Roberto Dantas, a Torre sobressaiu pelo preço, que é a principal exigência da licitação. “No momento da abertura dos envelopes, a empresa já tinha sido vencedora no lote 3 e 4. A Tecnal no lote 1 e a Planeta lote 2, mas essas empresas foram excluídas do processo – no lote 2 não houve apresentação de documentação e no lote 1 a Tecnal foi inabilitada por decisão judicial, sendo assim passamos a analisar as propostas de preço por ordem de valor”, informou, em entrevista à TV Sergipe.
Ainda segundo Dantas, a Torre foi excluída do lote 3, mesmo tendo o preço menor, por conta de questões técnicas de preenchimento de planilha e de projeto básico. Apesar da divulgação das empresas, o processo só deve ser finalizado em fevereiro, após o Carnaval.
“Os contratos emergenciais ainda devem continuar, até porque agora abrimos prazo de recurso e constatação e depois decisão final. A partir do momento que tivermos decisão final e nenhuma intercorrência judicial, assinaremos os contratos e suspenderemos os emergenciais”, afirmou, acrescentando que o processo foi tranquilo e seguiu rigorosamente os ditames da Lei de Licitação, além das orientações dos órgãos de controle.

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