USP confirma zika em mães e bebês com microcefalia de Sergipe
Pela primeira semana SES não registra novos casos de microcefalia Cotidiano 12/03/2016 12h00Por Will Rodrigues
Pela primeira semana desde que a notificação de casos de microcefalia passou a ser compulsória em todo país, Sergipe não registrou nenhum novo caso de recém-nascido com a malformação. Contudo, a Secretaria da Saúde (SES) informou que os resultados de exames realizados pela Universidade de São Paulo (USP) confirmaram a presença do vírus em sete mães e quatro bebês com microcefalia, provenientes do município de Itabaiana, no Agreste do Estado. Os dados constam no boletim epidemiológico divulgado na noite dessa sexta-feira (12).
De acordo com a pasta, os exames confirmados pela USP foram referentes a 16 amostras, no entanto, estes são resultados preliminares, uma vez que outros municípios sergipanos fazem parte desta pesquisa para o entendimento da distribuição do Zika. Até o momento não havia sido confirmado nenhum caso do vírus nos testes realizados pelo Laboratório Central de Sergipe (Lacen).
O Boletim aponta o mesmo número de notificações de recém-nascidos com suspeita da malformação relacionada ao vírus transmitido pelo mosquito Aedes aegypti, 201, que estão distribuídas em 49 municípios. Destes casos, 26 foram confirmados, 13 descartados e os outros 162 seguem em investigação.
Até a sexta foram coletadas 1.071 amostras de casos suspeitos de Febre do Zika, destas foram examinadas 134 amostras nas quais não foi detectado o vírus, e as demais ainda aguardam resultados, de acordo com informações do Lacen.
A microcefalia não é uma malformação nova, é sintoma de algum problema no organismo da gestante e do bebê, e pode ter diversas origens, como infecção por toxoplasmose, pelo citomegalovírus e agora ficou confirmado que também pelo vírus Zika. O uso de álcool e drogas durante a gravidez também pode levar a essa condição.

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