Vacinas: servidoras de Cristinápolis são acusadas de peculato
Cotidiano 17/01/2018 15h31O delegado Edson Nixon, do município de Cristinápolis, finalizou o inquérito sobre o desaparecimento de 600 vacinas contra a gripe, ocorrido no dia 09 de maio de 2017. Desde o início do relato da suposta subtração das vacinas, dezenas de pessoas foram ouvidas.
Os policiais realizaram buscas nas cidades de Aracaju, Santa Luzia do Itanhy, e na cidade baiana de Rio Real. Todas as denúncias recebidas através do Disque Denúncia foram checadas e, por meio dos dados apreendidos e analisados a partir dos aparelhos celulares das principais investigadas, não foi possível confirmar o cometimento de qualquer delito mais grave como roubo majorado, furto qualificado, cooptação de algum funcionário público ou chegar ao paradeiro dessas vacinas.
Contudo, ao analisar o material colhido, foi possível chegar à conclusão de que estava clara a presença de indícios do crime de peculato culposo, um crime de menor potencial ofensivo.
As acusadas são as servidoras Fernanda Rocha e Ana Paula, uma vez que, segundo o delegado Edson Nixon, está comprovado nos autos que, em razão do cargo, elas possuíam as chaves do local onde estavam as vacinas. Foram, no mínimo, negligentes no dever de cuidar desse material, segundo o relatório da autoridade policial.
O inquérito será encaminhado ao Ministério Público local, que analisa se haverá qualquer investigação judicial.
Fonte: SSP/SE

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