Velório do Capitão Oliveira é marcado por emoção e honrarias militares
Cotidiano 05/04/2018 16h10 - Atualizado em 05/04/2018 22h16Por F5 News
Com o caixão encoberto com a bandeira do estado de Sergipe, o corpo do capitão Manoel Alves de Oliveira Santos, 42, comandante da Companhia Independente de Operações Policiais em Área de Caatinga (Ciopac), recebe homenagens desde o início da tarde desta quinta-feira (05).
O velório começou por volta das 13h30 no Centro de Formação e Aperfeiçoamento de Praças (Cfap), onde recebeu honrarias militares. Centenas de pessoas passaram pelo local, entre familiares, amigos, colegas de farda e autoridades. O governador Jackson Barreto esteve presente e disse que a morte do militar abalou todo Sergipe.
Depois o corpo do oficial foi levado em carro aberto do Corpo de Bombeiros Militar de Sergipe para o Velatório Piaf, no Bairro Getúlio Vargas, em Aracaju, onde é velado neste momento e permanece até a manhã da sexta-feira (06).
O assessor de comunicação da PM, major Marco Carvalho, disse que Oliveira era um policial exemplar, muito querido e abnegado e que ontem mesmo, depois de um dia inteiro de trabalho, iria comandar uma operação na região.
“Tirou o dia inteiro de serviço, estava saindo para um rápido descanso e voltaria para comandar uma operação naquela madrugada. Ele morreu combatendo o crime. Morreu atirando, com o fuzil no colo. Esse é um momento infeliz, momento em que o coração sangra, mas permanece em pé”, disse.
A procuradora Lívia Tinoco, que atuou ao lado do capitão durante as operações da Fiscalização Preventiva Integrada (FPI,) também esteve no velório e lamentou a morte do oficial. “É uma sensação aterrorizante para toda sociedade ver um comandante de um batalhão tão respeitado e tão temido como o da caatinga morto dessa forma”, disse.
Para o tenente coronel Vivaldy Cabral, comandante do Policiamento da capital, o assassinato brutal do capitão Oliveira é um atentado contra a ordem pública e a polícia não vai medir esforços para punir os culpados. “A Segurança Pública do Estado não vai parar, não vai descansar enquanto não dermos uma resposta à altura dessa violência que foi feita com o capitão Oliveira”, disse.
Às 5h da sexta, o cortejo fúnebre segue para o município de Porto da Folha, distante 190 quilômetros da capital, com chegada prevista para 8h, onde acontece a missa de corpo presente no ginásio de esportes do município. Logo após a missa, ocorre o sepultamento no Cemitério São Joaquim.

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