Vigilância Sanitária interdita aparelho de criolipólise falsificado
Cotidiano 19/02/2015 17h12Após denúncia, através da Ouvidoria da Saúde de Aracaju, fiscais da Coordenação de Vigilância Sanitária (Covisa) estiveram numa clínica de fisioterapia e tratamentos estéticos, no bairro Coroa do Meio, e interditaram um aparelho de criolipólise que era utilizado em seções de eliminação de gordura através de baixas temperaturas.
Nova moda entre os adeptos do corpo perfeito, a criolipólise é um procedimento regulado pela Vigilância Sanitária e que requer licenciamento prévio do estabelecimento que o realize. Segundo o gerente de Serviços de Interesse à Saúde, Lucas Nogueira, a interdição aconteceu após uma investigação minuciosa do caso.
"Fomos num primeiro momento averiguar se a denúncia tinha procedência e lavramos um termo de inspeção. A empresa em si possuía o alvará sanitário da Covisa. Constatamos a existência do equipamento e coletamos os dados para a investigação de sua procedência. Além disso, fotografamos o aparelho e saímos do local munidos com todos os dados. Em consulta à empresa responsável pela fabricação e venda do equipamento, a mesma declarou não reconhecer o modelo investigado, informando que o mesmo se tratava de uma falsificação com uso indevido dos dados da empresa. Retornamos ao local e interditamos cautelarmente o aparelho, proibindo seu uso e sua remoção do local", explicou.
Lucas ainda informou que no próprio site da empresa já existia um comunicado informando que alguns aparelhos comercializados no Brasil não foram fabricados pela mesma e que estão utilizando indevidamente seus dados, configurando pirataria. "Aparelhos sem registro da Anvisa e sem documentos comprobatórios de sua origem configuram-se eminente à saúde dos usuários e também dos profissionais que os manuseiam", pontuou.
Segundo informou o coordenador da Vigilância Sanitária de Aracaju, Ávio Britto, o empresário terá 15 dias para apresentar sua defesa. "O empresário é considerado fiel depositário, ficando responsável pela guarda do equipamento até que o processo administrativo seja concluído. Se após esse período ele não comprovar a origem do aparelho, poderão ser aplicadas as penalidades previstas na Lei Federal nº 6437/77, dentre elas: multa e ou sua inutilização", disse.
Fonte: Agência Aracaju

Falta de acesso à habitação persiste e desafia efetivação da cidadania
Testagem ocorre a partir das 8h, na área externa da UBS Carlos Hardmam.
Os contratos terão duração de até um ano, com possibilidade de prorrogação
Homem foi flagrado pelas câmeras de segurança do Ciosp levando uma porta
Secretária Mércia Feitosa lembra necessidade de reduzir ocupação de leitos
