Vigilantes estaduais realizam manifestação na frente da AL
Eles tiveram que dividir o espaço com o Sintrase Cotidiano 17/02/2014 11h26Por Willams Rodrigues
Na manhã desta segunda-feira (17), os vigilantes das escolas e departamentos estaduais da Educação também se reuniam para protestar na frente da assembleia legislativa. O recém criado Sindicato dos Vigilantes do Setor Público do Estado de Sergipe (Sindivipse), com o apoio da Central Única dos Trabalhadores (CUT), cobrou reajuste salarial e o pagamento dos 30% de periculosidade.
O vice-presidente do Sindivipse, João Lira (foto abaixo), explicou as reivindicações da categoria. “Nós estamos cobrando o reajuste linear e a reposição da perda salarial, porque desde 2012 não recebemos aumento”, afirmou. Outra queixa é referente à falta de condições e de materiais para o exercício das funções; os vigilantes também cobram cursos de capacitação.
Lira ainda falou da questão do pagamento do adicional de periculosidade aprovado em dezembro de 2012, por meio do Decreto Federal nº 12.740, de 8 de dezembro. “É que preciso que haja uma mudança do Estatuto do Servidor Público do Estado de Sergipe, que restringe o pagamento dos 30% de periculosidade aos trabalhadores com vínculo CLT, excluindo assim mais 1.780 vigilantes”, disse.
Ele adiantou que vão participar da plenária na tarde desta segunda-feira e, se não forem atendidos pelo governador Jackson Barreto, a categoria poderá dar inicio a uma greve.
Encontro de Sindicatos
O ato ocorreu em paralelo à manifestação do Sindicato dos Trabalhadores nos Serviços Públicos do Estado de Sergipe (Sintrase), atitude que não foi bem vista ao olhos do presidente do Sintrase, Waldir Rodrigues. “Todas as conquistas que os vigilantes tiveram até hoje foram graças ao Sintrase, mas agora eles querem fazer uma atrocidade dessas. Me admira mais ainda a CUT estar financiando tudo isso”, enfatizou.
Durante a troca de farpas e a disputa sonora, os representantes do Sindicato dos Vigilantes afirmavam que queriam comer o churrasco que o Sintrase estava preparando. “Essa é uma forma de protestar também contra a inoperância do Sintrase, porque nós estamos sem aumento desde 2012 e o sindicato nunca nos chamou para participar de nenhum ato”, disse o vice-presidente do Sindivipse, João Lira.

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