Vigilantes estaduais têm cobranças atendidas, mas continuam em greve
Categoria diz que falta implantação do PCCV que já foi aprovado Cotidiano 02/06/2014 09h38Por Will Rodrigues e Fernanda Araujo
Com as atividades paralisadas desde a última sexta-feira (30), vigilantes que atuam nas escolas da rede de ensino de Sergipe se concentraram mais uma vez em frente ao Palácio do Governo, na avenida Adélia Franco, nesta segunda-feira (02), para cobrar uma audiência com o governador Jackson Barreto e também a implantação do Plano de Carreiras e do Adicional de Periculosidade. Na última quinta-feira (29), representantes da categoria foram recebidos pela Secretaria de Estado da Educação (SEED) e conseguiram resolver algumas das demandas que os levaram a deflagrar a greve por tempo indeterminado.
Segundo o presidente do Sindicato dos Vigilantes do Setor Público do Estado de Sergipe (Sindivipse), Ferreira Júnior (foto abaixo), apesar de atender algumas das reivindicações, o governador tem sido insensível às necessidades da categoria no que se refere ao PCCV. “O Plano de Carreiras, que também contempla os 30% do adicional de periculosidade, vêm sendo cobrado desde o ano passado, já foi aprovado, mas ainda não foi implantado”, pontua.
O presidente ainda explica o que foi acordado na reunião ocorrida na semana passada com a SEED. “Conseguimos a reestruturação do setor de segurança que não estava funcionando de forma adequada, a correção nos valores dos vales-transporte, pois os interurbanos não estavam sendo pagos e a definição de uma escala para o plantão que não existia”, esclarece.
Seplag
Ainda na semana passada, a assessoria de comunicação da Secretaria de Planejamento e Gestão (Seplag) enviou uma nota informando que a implantação do PCCV – e consequentemente do adicional de periculosidade -, aguarda a saída das finanças do Estado do chamado limite prudencial da Lei de Responsabilidade Fiscal, como foi bem esclarecido e acordado com a categoria durante a elaboração do documento.
Fotos: Fernanda Araujo

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